Alguns sábados de manhã começam devagar… e depois há aqueles que nos lembram porque vale a pena sair cedo de casa. Este foi um desses. Entrei no espaço do DNA Cascais para assistir à apresentação de 14 projetos do programa Ativamente Jovem, da Rota Jovem. No fim saí de lá com a sensação de que o futuro está muito mais preparado do que às vezes imaginamos.
E sim, um desses projetos foi apresentado por alguém da minha própria descendência. O que torna tudo ainda mais especial e ligeiramente mais emocionante do que eu estava preparado para admitir.
1. Quando o talento se apresenta sem pedir licença
Desta vez, os protagonistas eram da comunidade juvenil. Vinham cheios de ideias e coragem para as apresentar.
O ambiente era simples, direto e cheio daquela energia boa que só os projetos juvenis conseguem ter: ideias frescas, nervosismo bem disfarçado e uma vontade enorme de fazer acontecer.
Cada apresentação tinha o seu ritmo, a sua identidade e, acima de tudo, a sua intenção.
E é isso que distingue estes programas: não se trata apenas de “mostrar trabalho”, mas de mostrar caminho.
A Rota Jovem e o DNA Cascais fazem exatamente isso, criam espaço para que estes caminhos existam.
Para conhecer melhor o programa Ativamente Jovem:
https://www.rotajovem.com/ativamentejovem
2. O poder de uma comunidade que acredita
Enquanto assistia às apresentações, percebi algo que nem sempre vemos no mundo profissional tradicional: ninguém ali estava sozinho.
Havia apoio, incentivo e aquela sensação de “estamos todos a aprender, e está tudo bem”.
E isto, no contexto de aprendizagem, evolução, carreira… vale ouro.
A verdade é que muitos adultos passam anos a tentar recuperar esta sensação de pertença, aquela que estes jovens, ali, já estavam a viver genuinamente, de forma natural.
E quando uma comunidade funciona, nota-se.
A Rota Jovem e o DNA Cascais não são apenas instituições: são plataformas onde as ideias deixam de ser ideias e começam a ganhar forma.
Para saber mais sobre o trabalho do DNA Cascais:
https://www.dnacascais.pt/
3. Um júri atento, diverso e com impacto
Outro ponto que me marcou foi a presença do júri: dois representantes da Câmara Municipal de Cascais e um jovem empreendedor, anteriormente integrado no projeto.
Uma combinação perfeita entre experiência institucional, visão estratégica e a perspetiva de quem já passou pelo caminho que estes jovens agora iniciam.
É importante dizer isto com todas as letras: a CM Cascais apoia muito estes projetos. E nota-se.
Não é apoio simbólico; é apoio real, estruturado e com impacto.
Câmara Municipal de Cascais:
https://www.cascais.pt/
4. O momento pessoal (com direito a orgulho e humor)
Depois veio a apresentação que eu estava à espera. Aquela que, inevitavelmente, me deixou com aquele misto de nervosismo e orgulho que só quem acompanha de perto entende.
E correu bem.
Muito bem.
Daqueles momentos em que pensamos: “É isto. É assim que se cresce, é assim que se aprende.”
Fiquei genuinamente orgulhoso de ver a participação ativa, a confiança e a forma como tudo foi apresentado.
E, sinceramente, se isto significar ajudar em mais coisas no futuro, não há problema nenhum, pelo contrário.
Estamos ali para apoiar, torcer e, claro, tentar não parecer demasiado emocionados… mesmo quando estamos.
5. Empreendedorismo jovem: mais do que projetos, são sementes
O que mais me impressionou não foram as ideias em si (embora houvesse projetos realmente sólidos) mas a forma como estes jovens já pensam em impacto, comunidade e propósito.
Não é empreendedorismo por moda.
É empreendedorismo por significado.
E isso, no contexto de carreira, é uma lição para todos nós: o futuro não é só tecnológico, é profundamente humano.
6. Saí de lá com uma certeza
O trabalho que a Rota Jovem faz com o programa Ativamente Jovem é extraordinário.
O que o DNA Cascais oferece em termos de espaço, apoio e visão é igualmente notável.
E o envolvimento da Câmara Municipal de Cascais fecha o círculo com chave de ouro.
Juntos criam algo que, sinceramente, faz falta em muitos outros lugares: um ecossistema onde os jovens podem experimentar, falhar, aprender, crescer e apresentar-se ao mundo com confiança.
Se isto não é carreira, não sei o que é.

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